Olá, amigo leitor! Bem vindo novamente ao nosso blog. Essa semana resolvi continuar com alguns trabalhos relacionados a uma futura exposição que pretendo organizar, cujo tema é super-heróis. E aqui está a segunda tela do grupo: Arma X. Acrílico sobre tela. E logo abaixo, estou eu mesmo, segurando a tela. Achei que ficou bacana. Enjoy!
Hello, dear reader! Welcome once again to our blog. This week I decided to continue with some work related to a future exhibition that I intend to organize , whose theme is superheroes. And here is the second screen Group: Weapon X. Acrylic on canvas. And below, I'm even holding the screen. I thought it was cool. Enjoy!
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Bem vindo de volta, caríssimo leitor! Por esses dias, adquiri umas revistas antigas com um amigo e entre elas estavam algumas DC 2000. Ótima revista dos anos 90! E aqui, eis uma delas: o número 14, com duas aventuras divertidíssimas do Homem-Animal, um dos melhores (senão o melhor) personagens dessa revista. Curta!
Cortesia do site Quadrinhos Antigos
Welcome back, dear reader! In those days, I acquired some old magazines with a friend, and among them were some DC 2000. Great magazine of the 90's! And here, here's one: the #14 issue, with two very fun adventures of Animal Man, one of the best (if not the best) characters in this magazine. Enjoy!
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
E nos dias 5 e 6 de outubro de 2012, o Grupo Fator RHQ tem a honra de organizar a primeira São Luís Comic-Con! Lançamentos! Quadrinhos antigos à venda! Exibições! Exposições! Se você estiver em São Luís-MA, Brasil por esses dias, não deixe de conferir. No Tropical Shopping, a partir das 14h. Enjoy!!!!And on days 5th and 6th October 2012, the Factor RHQ Group has the honor of organizing the first St. Louis Comic-Con! Released! Old comics for sale! Views! Exhibition! If you are in São Luís, MA, Brazil these days, be sure to check. In Tropical Shopping, from 2 pm. Enjoy!!
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Bom, pessoal. Esses dias estive (e continuo) trabalhando em alguns projetos relacionados a quadrinhos, ilustração e afins. Aguardem, que em breve teremos novas HQ's aqui no site. Pois bem. Pesquisando um pouco mais sobre o assunto, encontrei esse post interessantíssimo sobre arte-final e gostaria de compartilhar com vocês. Divirtam-se!
Well, folks. These days I was (and still) working on some projects related to comics, illustration, and the like. Stay tuned, we will soon have new Comic stories here on this site. Well. Researching a little more on the subject, I found this interesting post about artwork and would like to share with you. Have fun!
Olá, pessoal!
Vou dar início a uma série de posts sobre os materiais que uso na minha arte-final e algumas dicas sobre técnicas, conservação e até preços. É um pouco do que fiz em eventos como Maratona Devir e Rio Comicon... com o benefício de ter links!

Gostaria de ser purista a ponto de dizer que só uso pincel e nanquim na minha arte-final, mas não sou. Eu acabo usando, além dos pincéis, várias canetas. A maioria delas simula pincel de alguma forma, e eu vou diferenciar isso para vocês também.
Vou colocar nas explicações, links de lojas virtuais onde pode-se encontrar esses materiais (alguns deles, só importante mesmo. É uma pena, mas chegaremos lá em breve). Ou, se for material de fácil acesso aqui, pelo menosp ara ver como ele se parece.
Primeiramente, conceitos.
Arte-final é o nosso termo para "inking". O "inker", ou arte-finalista, é o cara que cobre o traço do desenhista com nanquim. Desenhista esse, que em Inglês é chamado de "penciller", ou o cara que faz o lápis. Geralmente, nos quadrinhos americanos, há uma equipe criativa, e nem sempre o penciller e o inker são a mesma pessoa.
Certos artistas, como Jim Lee, trabalham há anos com o mesmo arte-finalista, obtendo um resultado muito melhor. A sintonia entre os dois profissionais tem que ser muito boa, e precisa haver um respeito mútuo no estilo do traço.
Um bom arte-finalista deve, além de preservar e reforçar o traço do desenhista, colocar um pouco de si no trabalho. Poderia ser um processo meramente mecânico, mas umbom arte-finalista consegue enriquecer mais ainda o resultado final.
Eu praticamente nunca arte-finalizo desenhos de outros artistas. Uma feliz exceção foi quando fiz o nanquim do desenho do Wanderson de Souza, numa HQ da Nanquim Descartável que saiu na Café Espacial #6. Clicando aqui, você vê uma amostra das páginas.
Cada artista escolhe seu material. Nem sempre o pincel e nanquim é a combinação ideal. Existem canetas, bicos de pena, tablets e por aí vai. Eu mesmo ando me aventurando em arte-final digital, usando o programa Paint Tool SAI, e gosto muito do resultado. A primeira HQ da Pieces #3 foi arte-finalizada digitalmente (veja aqui) e vários trabalhos de ilustração em 2010 foram feitos com o mesmo programa.
Arte-final digital pode ser feita com vetores, brushes, bitmaps, enfim, várias formas. Como não sou expert nisso, só indico o Paint Tool SAI mesmo. Ele é ótimo para controle da pressão, a linha é sempre bem afiada (diferente do Photoshop, onde o máximo que consigo é uma linha meio esfumaçada que acaba mais grossa do que eu gostaria). Veja a comparação abaixo.
Teste
no Paint Tool SAI, acima. Perceba que as linhas são muito mais afiadas,
e as bordas não parecem em nenhum momento esfumaçadas.
Teste
no Photoshop CS3. Vejam que a linha até começa bem fina, mas nunca
termina fina de verdade, a não ser que você mal enconste a caneta na
tablet. Olhando de perto, as bordas das linhas ficam um tanto borradas, e
por mais que não apareça tanto num desenho de longe, de perto fica
gritante.
No entanto, gosto é gosto, claro. Meu amigão Eduardo Ferigato destrói na arte-final digital com o PS, e não curtiu o Pain Tool. No traço dele, realmente, o PS fica muito bom.
Como eu disse, cada um ascolhe o material que mais lhe convém. Não quero que pensem que os materiais que vou citar aqui são necessários para um bom resultado. Tem gente que faz maravilhas com caneta BIC, e gente que se mata com pincéis caros sem um bom resultado. O importante é saber usar e cuidar do material, e saber quais resultados ele pode proporcionar. Não espere de um bico de pena um resultado igual ao de uma caneta 0.3.
Experimentar novos materiais é essencial, e isso engloba não só arte-final, mas lápis, borrachas, papéis, softwares...
No que diz respeito ao lápis, então, rola um certo menosprezo... Eu semrpe usei o lápis 2B da Faber-Catell. Aquele de corpo verde escuro, com filete dourado. Sempre me deu um resultado aceitável. Mas aí, com a faculdade de Artes, achei por bem começar a testar lápis mais caros. O grande problema, eu acho, é o PREÇO.
(aliás, abro um parêntese aqui para comentar isso. Preço é uma preocupação constante na compra de materiais artísticos. Infelizmente, quase tudo que é BOM é CARO. Você pode, por exemplo, comprar tinta à óleo da Gato Preto e ter ótimos resultados - eu usei na faculdade e nunca tive problemas - ou você pode usar uma tinta da Windor & Newton. E ter resultados ainda melhores. E duradouros.
Na hora de comprar material, se arrisque um pouco, gaste um pouco mais, mas teste coisas novas. Não é frescura, não é elitismo, não é propaganda. É fato. Um bom material sempre vai te garantir um resultado superior, e confiuar no material é importante.)
Mas, depois que eu percebi que comprando um lápis de 4 reais me trazia uma experiência muito melhor que o lápis de 1 real, eu mudei meus conceitos. Passei a preferir qualidade a preço baixo. E, no fundo, material sempre sai meio caro. A gente esquece de colocar essas coisas no valor final de um orçamento, por exemplo. Não se faz ilustração sem ter material. Não se tem material se não comprar material. É simples, mongo, mas verdade.
Enfim, sei que o assunto aqui é arte-final, mas quero compartilhar meu material completo. De novo, não quero dizer aqui que esse material É o top superfoda. É o material com o qual EU me sinto bem e trabalho bem, e que dá um resultado que me agrada. Se algum dia eu testar outro, e este novo me der resultados melhores, eu mudo na hora.
Bom, eu uso lápis da Staedler, série Lumograph. Uso o B, apesar de sempre ter usado o 2B da Faber. Essa gradação de maciez do lápis varia de marca em marca, e às vezes, dentro da prórpia marca.
Às vezes, uso lápis azul para fazer o esboço. Tenh uma lapisiera 0.7 onde uso grafite Blue da Pentel. Mas, vez ou outra, uso lápis de cor mesmo. Já testei Staedler, Koo-I-Noor, Faber, Prismacolor e por aí vai. Já testei o lápis azul não-reprodutível Primacolor Copy-Not (ele não sai no scanner nem xeroxes), mas achei muito duro e claro.
Minha obrracha favorita também é da Staedler, a Mars Plastic. É uma borracha plástica, mas macia. Consegue tirar bem o traço sem machucar o papel.
Uso, também, a popular Limpa-Tipos, ou cmo dizem por aí, kneaded eraser. A marca varia, e importa sim. Costumo usar da Koh-I-Noor, mas quando não tem, vou de Faber-Castell mesmo. O importante é ela ser macia, parecida com uma massinha, e não dura e esfarelenta. Uso essa borracha pra clarear o traço do lápis.
Quanto ao papel, uso da marca Canson. Gosto do bloco "Desenho", que tem uma textura mais granulada, e tem uma gramatura mais alta que o normal. Para aguadas e aquarelas, ele aguenta bem. O ruim é, na arte-final, ele segurar um pouco o pincel, e pela sua teztura, deformar um pouco as cerdas. Fiz a NÓS inteira nesse papel. Mas, principalmente, uso o bloco de "Lay-Out", com gramatura 120. É liso, então o pincel e as canetas deslizam melhor. Às vezes, uso o verso do papel, que é mais liso ainda.
Novamente, testar papéis e materiais para descobrir como você se sai melhor é a melhor escolha. Pode começar com lápis barato e sulfite, mas eventualmente, seu trabalho vai pedir mais qualidade e seriedade.
Bom, pessoal, por enquanto é só. No próximo post, falarei de canetas e brushpens. Aguardem!
Ah, e por favor, comentem, troquem ideias, mandem e-mails. É sempre legal ter feedback dessas coisas.
Well, folks. These days I was (and still) working on some projects related to comics, illustration, and the like. Stay tuned, we will soon have new Comic stories here on this site. Well. Researching a little more on the subject, I found this interesting post about artwork and would like to share with you. Have fun!
Arte-Final: Materiais e Técnicas, parte I
Olá, pessoal!
Vou dar início a uma série de posts sobre os materiais que uso na minha arte-final e algumas dicas sobre técnicas, conservação e até preços. É um pouco do que fiz em eventos como Maratona Devir e Rio Comicon... com o benefício de ter links!

Gostaria de ser purista a ponto de dizer que só uso pincel e nanquim na minha arte-final, mas não sou. Eu acabo usando, além dos pincéis, várias canetas. A maioria delas simula pincel de alguma forma, e eu vou diferenciar isso para vocês também.
Vou colocar nas explicações, links de lojas virtuais onde pode-se encontrar esses materiais (alguns deles, só importante mesmo. É uma pena, mas chegaremos lá em breve). Ou, se for material de fácil acesso aqui, pelo menosp ara ver como ele se parece.
Primeiramente, conceitos.
Arte-final é o nosso termo para "inking". O "inker", ou arte-finalista, é o cara que cobre o traço do desenhista com nanquim. Desenhista esse, que em Inglês é chamado de "penciller", ou o cara que faz o lápis. Geralmente, nos quadrinhos americanos, há uma equipe criativa, e nem sempre o penciller e o inker são a mesma pessoa.
Certos artistas, como Jim Lee, trabalham há anos com o mesmo arte-finalista, obtendo um resultado muito melhor. A sintonia entre os dois profissionais tem que ser muito boa, e precisa haver um respeito mútuo no estilo do traço.
Um bom arte-finalista deve, além de preservar e reforçar o traço do desenhista, colocar um pouco de si no trabalho. Poderia ser um processo meramente mecânico, mas umbom arte-finalista consegue enriquecer mais ainda o resultado final.
Eu praticamente nunca arte-finalizo desenhos de outros artistas. Uma feliz exceção foi quando fiz o nanquim do desenho do Wanderson de Souza, numa HQ da Nanquim Descartável que saiu na Café Espacial #6. Clicando aqui, você vê uma amostra das páginas.
Cada artista escolhe seu material. Nem sempre o pincel e nanquim é a combinação ideal. Existem canetas, bicos de pena, tablets e por aí vai. Eu mesmo ando me aventurando em arte-final digital, usando o programa Paint Tool SAI, e gosto muito do resultado. A primeira HQ da Pieces #3 foi arte-finalizada digitalmente (veja aqui) e vários trabalhos de ilustração em 2010 foram feitos com o mesmo programa.
Arte-final digital pode ser feita com vetores, brushes, bitmaps, enfim, várias formas. Como não sou expert nisso, só indico o Paint Tool SAI mesmo. Ele é ótimo para controle da pressão, a linha é sempre bem afiada (diferente do Photoshop, onde o máximo que consigo é uma linha meio esfumaçada que acaba mais grossa do que eu gostaria). Veja a comparação abaixo.
Teste
no Paint Tool SAI, acima. Perceba que as linhas são muito mais afiadas,
e as bordas não parecem em nenhum momento esfumaçadas.
Teste
no Photoshop CS3. Vejam que a linha até começa bem fina, mas nunca
termina fina de verdade, a não ser que você mal enconste a caneta na
tablet. Olhando de perto, as bordas das linhas ficam um tanto borradas, e
por mais que não apareça tanto num desenho de longe, de perto fica
gritante.No entanto, gosto é gosto, claro. Meu amigão Eduardo Ferigato destrói na arte-final digital com o PS, e não curtiu o Pain Tool. No traço dele, realmente, o PS fica muito bom.
Como eu disse, cada um ascolhe o material que mais lhe convém. Não quero que pensem que os materiais que vou citar aqui são necessários para um bom resultado. Tem gente que faz maravilhas com caneta BIC, e gente que se mata com pincéis caros sem um bom resultado. O importante é saber usar e cuidar do material, e saber quais resultados ele pode proporcionar. Não espere de um bico de pena um resultado igual ao de uma caneta 0.3.
Experimentar novos materiais é essencial, e isso engloba não só arte-final, mas lápis, borrachas, papéis, softwares...
No que diz respeito ao lápis, então, rola um certo menosprezo... Eu semrpe usei o lápis 2B da Faber-Catell. Aquele de corpo verde escuro, com filete dourado. Sempre me deu um resultado aceitável. Mas aí, com a faculdade de Artes, achei por bem começar a testar lápis mais caros. O grande problema, eu acho, é o PREÇO.
(aliás, abro um parêntese aqui para comentar isso. Preço é uma preocupação constante na compra de materiais artísticos. Infelizmente, quase tudo que é BOM é CARO. Você pode, por exemplo, comprar tinta à óleo da Gato Preto e ter ótimos resultados - eu usei na faculdade e nunca tive problemas - ou você pode usar uma tinta da Windor & Newton. E ter resultados ainda melhores. E duradouros.
Na hora de comprar material, se arrisque um pouco, gaste um pouco mais, mas teste coisas novas. Não é frescura, não é elitismo, não é propaganda. É fato. Um bom material sempre vai te garantir um resultado superior, e confiuar no material é importante.)
Mas, depois que eu percebi que comprando um lápis de 4 reais me trazia uma experiência muito melhor que o lápis de 1 real, eu mudei meus conceitos. Passei a preferir qualidade a preço baixo. E, no fundo, material sempre sai meio caro. A gente esquece de colocar essas coisas no valor final de um orçamento, por exemplo. Não se faz ilustração sem ter material. Não se tem material se não comprar material. É simples, mongo, mas verdade.
Enfim, sei que o assunto aqui é arte-final, mas quero compartilhar meu material completo. De novo, não quero dizer aqui que esse material É o top superfoda. É o material com o qual EU me sinto bem e trabalho bem, e que dá um resultado que me agrada. Se algum dia eu testar outro, e este novo me der resultados melhores, eu mudo na hora.
Bom, eu uso lápis da Staedler, série Lumograph. Uso o B, apesar de sempre ter usado o 2B da Faber. Essa gradação de maciez do lápis varia de marca em marca, e às vezes, dentro da prórpia marca.
Às vezes, uso lápis azul para fazer o esboço. Tenh uma lapisiera 0.7 onde uso grafite Blue da Pentel. Mas, vez ou outra, uso lápis de cor mesmo. Já testei Staedler, Koo-I-Noor, Faber, Prismacolor e por aí vai. Já testei o lápis azul não-reprodutível Primacolor Copy-Not (ele não sai no scanner nem xeroxes), mas achei muito duro e claro.
Minha obrracha favorita também é da Staedler, a Mars Plastic. É uma borracha plástica, mas macia. Consegue tirar bem o traço sem machucar o papel.
Uso, também, a popular Limpa-Tipos, ou cmo dizem por aí, kneaded eraser. A marca varia, e importa sim. Costumo usar da Koh-I-Noor, mas quando não tem, vou de Faber-Castell mesmo. O importante é ela ser macia, parecida com uma massinha, e não dura e esfarelenta. Uso essa borracha pra clarear o traço do lápis.
Quanto ao papel, uso da marca Canson. Gosto do bloco "Desenho", que tem uma textura mais granulada, e tem uma gramatura mais alta que o normal. Para aguadas e aquarelas, ele aguenta bem. O ruim é, na arte-final, ele segurar um pouco o pincel, e pela sua teztura, deformar um pouco as cerdas. Fiz a NÓS inteira nesse papel. Mas, principalmente, uso o bloco de "Lay-Out", com gramatura 120. É liso, então o pincel e as canetas deslizam melhor. Às vezes, uso o verso do papel, que é mais liso ainda.
Novamente, testar papéis e materiais para descobrir como você se sai melhor é a melhor escolha. Pode começar com lápis barato e sulfite, mas eventualmente, seu trabalho vai pedir mais qualidade e seriedade.
Bom, pessoal, por enquanto é só. No próximo post, falarei de canetas e brushpens. Aguardem!
Ah, e por favor, comentem, troquem ideias, mandem e-mails. É sempre legal ter feedback dessas coisas.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Curtam essa ilustração que fiz ontem mesmo para a arte da camisa da minha banda de metal, os Bad Fellas. (ah, eu toco guitarra. Qualquer coisa, clique aqui e veja algumas apresentações). A técnica que utilizei foi crílico, guache e nanquim sobre papel. Acho que consegui um resultado legal. Ridding on the Wind!!!!!!
Enjoy this illustration I did yesterday for art shirt from my own metal band, the Bad Fellas. (ah, I play guitar. Anything, click here and see some performances). The technique I used was acrilic, gouache and ink on paper. I think I got a nice result. Ridding on the Wind!!!
Enjoy this illustration I did yesterday for art shirt from my own metal band, the Bad Fellas. (ah, I play guitar. Anything, click here and see some performances). The technique I used was acrilic, gouache and ink on paper. I think I got a nice result. Ridding on the Wind!!!
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domingo, 9 de setembro de 2012
E para fechar a espetacular edição nº 6 da COMICSTATION, apresentamos a você, caríssimo leitor, a aventura Origens Desconhecidas. Produção de Olavo Coelho e Suád. Curta!
And to close the spectacular issue # 6 of COMICSTATION comicbook, we present to you, dear reader, the adventure Origins Unknown. Production of Olavo Coelho and Suad. Enjoy!
And to close the spectacular issue # 6 of COMICSTATION comicbook, we present to you, dear reader, the adventure Origins Unknown. Production of Olavo Coelho and Suad. Enjoy!
sábado, 1 de setembro de 2012
Caríssimo leitor, novamente estamos aqui para trazer-lhe o melhor dos quadrinhos produzidos no Maranhão-Brasil, pelo Grupo Fator RHQ! E as emoções da edição nº 6 da COMICSTATION continuam! Veja mais uma aventura do Visagem, personagem de Tony Machado, continuando a saga "Ilusão Coletiva", com os espetaculares desenhos de Riccelle Sullivan (Suád). Simplesmente fantástico!Dear reader, we are here again to bring you the best of comics produced in Maranhão, Brazil, bythe Fator RHQ Group! And the emotions of issue No. 6 of COMICSTATION continue! See more of an Visagem adventure, character created by Tony Machado, continuing the saga "Collective Illusion", with spectacular pencils and inks by Riccelle Sullivan (Suad). Simply amazing!
sábado, 25 de agosto de 2012
Estamos de volta, caro leitor, fiel seguidor, para apresentar mais quadrinhos produzidos no maranhão para você que gosta de inovar! E continuando com a espetacular edição nº 6 da COMICSTATION, veja a continuação da incrível saga de Átomo, personagem de Sullivan Suád! Texto empolgante! Desenhos geniais! Precisa dizer mais alguma coisa? Leia!
We're back, dear reader, faithful follower, to present more comics produced in maranhão- Brazil, for you who like to innovate! And continuing with the spectacular issue # 6 of COMICSTATION, see the continuation of the amazing saga of Atom, Sullivan Suad character! Text exciting! Drawings genius! Need I say more? Read!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Olá, fiel leitor, seguidor deste blog! É um prazer imenso tê-lo de volta! E para mostrar o quanto você é especial, cá estamos com mais uma edição da ComicStation: a fantástica edição nº 6! E a primeira HQ que vamos apresentar é a que ilustra a capa: reapresentamos a segunda aventura da saga do Homem-poodle, totalmente em cores! Para os nostálgicos relembrarem e para os fãs novatos conhecerem! Curta!
Hello, loyal reader, follower of this blog! It is a great pleasure to have you back! And to show how special you are, here we are with another edition of ComicStation: a fantastic issue # 6! And the first HQ that we present is illustrating the cover: re-present the second adventure in the saga of Poodle-Man, in full color! To remember those nostalgic fans and newcomers to know! Enjoy!
Hello, loyal reader, follower of this blog! It is a great pleasure to have you back! And to show how special you are, here we are with another edition of ComicStation: a fantastic issue # 6! And the first HQ that we present is illustrating the cover: re-present the second adventure in the saga of Poodle-Man, in full color! To remember those nostalgic fans and newcomers to know! Enjoy!
sábado, 18 de agosto de 2012
Pessoal, estes dias estava eu desenhando a nova HQ do Homem-Caveira e fiz uma pequena varredura em meus arquivos em busca de referências. Foi quando encontrei Super-Homem: As Quatro Estações (A Superman For All Seasons). E que surpresa agradável! Baixei essa edição há algum tempo, mas ainda não tinha lido. Simplesmente genial! Trata-se de uma minissérie em quatro edições, escrita por Jeph Loeb e desenhada
pelo incrível Tim Sale (autor também de "Demolidor: Amarelo", "Homem-Aranha: Azul", "Hulk: Cinza", entre outros). Conta a adolescência de Clark Kent, na cidade de
Smallville, e seus primeiros dias como Superman.
The characterization of young Clark as a simple interior, owner of a kindness, a genuine ingenuity and faith in the human race, is impressive. Nothing super muscles. Each of the four editions (entitled Spring, Summer, Autumn and Winter), tells the story of Clark from the point of view of a character who is part of your circle of acquaintances, while it draws a parallel between the station-title and stage of life of the hero. Genial! Short! Enjoy! Courtesy from the Quadrideko site.
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A caracterização de Clark como um simples jovem do interior, dono de uma
bondade, de uma ingenuidade autêntica e de fé na raça humana, é impressionante. Nada de super músculos. Cada uma
das quatro edições (intituladas Primavera, Verão, Outono e Inverno),
narra a história de Clark sob o ponto de vista de algum personagem que
faz parte do seu círculo de relações, ao mesmo tempo em que traça um
paralelo entre a estação-título e a fase da vida do herói. Genial! Curta! Aproveite! Cortesia do site Quadrideko.
Hey, people, these days I was drawing a new Skull-Man comic and did a little scanning my files looking for references. That's when I found Superman For All Seasons. And what a pleasant surprise! I downloaded this issue for some time, but had not yet read. Simply brilliant! This is a miniseries in four editions, written by Jeph Loeb and drawn by the amazing Tim Sale (also author of "Daredevil: Yellow", "Spider-Man: Blue", "Hulk: Gray", among others). Adolescence Account Clark Kent, in the town of Smallville, and his early days as Superman.The characterization of young Clark as a simple interior, owner of a kindness, a genuine ingenuity and faith in the human race, is impressive. Nothing super muscles. Each of the four editions (entitled Spring, Summer, Autumn and Winter), tells the story of Clark from the point of view of a character who is part of your circle of acquaintances, while it draws a parallel between the station-title and stage of life of the hero. Genial! Short! Enjoy! Courtesy from the Quadrideko site.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
E aqui estamos de volta, caríssimo leitor, com mais uma aventura publicada na fantástica ComicStation nº 5! E dessa vez trazemos a origem de um dos vilões que mais deu dores de cabeça ao Homem-Caveira: o terrível Homem-Poodle!
And here we are back, dear reader, with another fantastic adventure published in ComicStation comic book # 5! And this time we bring the origin of one of the villains who gave more headache to Skull-Man : the terrible Poodle-Man!
And here we are back, dear reader, with another fantastic adventure published in ComicStation comic book # 5! And this time we bring the origin of one of the villains who gave more headache to Skull-Man : the terrible Poodle-Man!
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